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Lula assinou um decreto que muda as regras do vale-refeição e alimentação. A grande mudança é o “arranjo aberto”, que permite usar o cartão em qualquer estabelecimento, sem depender de credenciamento.

O decreto também fixa um teto de 3,6% para as taxas cobradas dos restaurantes, proíbe exclusividade nas maquininhas e acelera o repasse dos pagamentos.

O governo afirma que a medida quebra o “oligopólio” do setor e pode beneficiar mais de 22 milhões de trabalhadores, gerando economia de até R$ 7,9 bilhões.

Mas as empresas do setor reagiram. Elas dizem que o decreto representa interferência governamental, pode facilitar o uso do benefício para fins não alimentícios e ainda gerar “descasamento financeiro”, já que teriam de pagar os estabelecimentos mais rápido do que recebem.