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A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), que investiga fraudes no INSS, aprovou seu plano de trabalho para apurar desvios de cerca de R$ 6,3 bilhões que afetaram 9 milhões de aposentados e pensionistas. A investigação, acordada entre governo e oposição, cobrirá o período de 2015 a 2025.

A comissão irá convocar ex-presidentes do INSS e da Dataprev, além de líderes de associações e chefes de órgãos como a Polícia Federal e a CGU. Ministros da Previdência de governos anteriores também serão convidados a depor. O governo federal já destinou R$ 3,3 bilhões para ressarcir os beneficiários prejudicados. Os trabalhos da CPMI devem ser concluídos até março de 2026.